Sem surpresas…
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“Exmos. Senhores:
Tal como se tem vindo a verificar em situações anteriores, vimos por este meio informar que irá realizar-se, no próximo dia 25 de Janeiro de 2007 (sexta-feira), pelas 21 horas, um Concerto de SHAKUHACHI por António Olias.
Irão ser executadas obras japonesas, com o SHAKUHACHI, flauta de bambo procedente do Japão, com uma sonoridade muito particular.
António Olias é Professor, intérprete, compositor e improvisador de shakuhachi. A sua curiosidade, inquietude, motivação levaram-no a explorar diferentes linguagens e disciplinas musicais. Viajou a Austrália em duas ocasiões, (2001–2004) onde ingressou no Victorian College of the Arts para cursar estudos de shakuhachi com Anne Norman “Dokyoku Ryu e Kinko Ryu Chikumeisha” e na Japan World Music School com Andrew MacGregor.
O concerto será realizado na Igreja das Chagas, no Terreiro do Paço, em Vila Viçosa. A entrada será livre.
Gratos pela atenção dispensada, apresentamos os melhores cumprimentos,
O Técnico Responsável
Tiago Salgueiro”

Na edição, em papel, n.º 47 do Digital,PÚBLICO, a 19/01/2008:
Os museus portugueses na Internet
-Ranking das melhores e piores páginas dos museus portugueses, elaborado a partir das opiniões de especialistas em webdesign.
-Os destaques: Serralves e Colecção Berardo
-O que os museus portugueses oferecem aos internautas
-Usar o iPod como guia para exposições
Link: http://s256.photobucket.com/albums/hh177/jrg_m/Blog%20images/. As imagens deixam muito a desejar, mas visionando-as em full-size e fazendo refresh (quando emperram) a situação compõe-se um pouco.
Surpresas neste ranking? Algum reparo a fazer face a este artigo? Comente ou envie email: patrimonios[at]portugalmail.pt.


Soube ontem que os edifícios ao lado da ermida de S. Sebastião, que são utilizados pela associação dos “Comandos do Alentejo” e pela associação de “Mini-Golfe de Évora”, foram vandalizados e alguns objectos e dinheiro surripiados por estes vândalos do século XXI. Isto aconteceu na madrugada de sexta-feira para sábado e como é obvio provocou prejuízo e indignação aos membros das associações atrás mencionadas.
Ao lado está a ermida de S. Sebastião, a quem os larápios também testaram a solidez da porta, que a meu ver, está algo esquecida pela edilidade (aliás sua proprietária) e pela população eborense.
Para lá de algumas pequenas fissuras e manchas de humidade as paredes exteriores estão cheias de gatafunhos idiotas e as ervas nascem livremente um pouco por todo o lado!
Não seria mais digno para este antigo templo, que tanta devoção os eborenses tinham, uma limpeza periódica e uma utilização mais séria, já que hoje mais não é que o ”armário” de outrém???
As pinturas e o próprio espaço poderiam ser mais valorizados para espectáculos periódicos ou para outras actividades turístico-culturais, por exemplo.
Acho que os eborenses mereciam um melhor e mais cuidado património, mesmo aquele que é menos vistoso ou emblemático, e já agora, menos vândalos destruidores de propriedade alheia…
Nota: Algumas fotografias da ermida e do estado em que ficaram as sedes das duas associações podem ser vistas aqui.
O historiador de arte Túlio Espanca descreveu a ermida assim:
(…) “De menor valimento artístico mas merecedor de referência pelo conjunto de pintura portuguesa é a ermida de S. Sebastião, que substituiu a primitiva, também do século XV, e pelos mesmos azares da guerra se perdeu na totalidade, apesar de termos dela conhecimento iconográfico pela vista panorâmica do Foral Manuelino de 1501. A presente deve-se ao esforço combinado do Município (seu detentor fundamental) e ao Arcebispo D. Frei Luís da Silva, construção, de modesta arquitectura barroca e de amplo nártex de três arcadas, que pertenceu às empreitadas dos mestres Manuel Henriques e João Banha Cardoso, após contrato de 1713. Apenas, como se disse, merece referência o núcleo de pinturas sobre madeira, obra de autores desconhecidos e do tipo maneirista, constituído por seis painéis desirmanados e vindos da igreja velha da Santa Casa da Misericórdia de Évora, os quais representam: Baptismo e Cristo em Glória, S. Miguel, S. Cosme e S. Damião e a Crucificação.” (…)
Excerto retirado de: Túlio Espanca, Évora, col. Cidades e Vilas de Portugal, Lisboa, Editorial Presença, 1993. Com apresentação de Vítor Serrão.
Ciclo de Palestras - BANHOS, BALNEÁRIOS E TERMAS dias 8 a 10 de Janeiro de 2008, às 18.00 horas, no Museu Nacional de Arqueologia:
Dia 8 - Terça-feira (18,00) - Balneários Pré-Romanos por Armando Coelho Ferreira da Silva
Dia 9 - Quarta-feira (18,00) - Termas Romanas por Inês Vaz Pinto
Dia 10 - Quinta-feira (18,00) - Recintos Termais Islâmicos por Helena Catarino
Entrada livre.
Mailling list do MNA - info@mnarqueologia-ipmuseus.pt.

Livro de Horas, França Central, c. 1450-1500 (link).
«Assim se chamavam os sábios medas, persas e caldeus. O episódio da Epifania narrado em Mt 2,1-12 é interpretado como empolamento intencional de um acontecimento histórico para anunciar que a salvação de J. C. também abrangia os gentios.
Nada se sabe ao certo do número e nome dos Magos. Nas mais antigas representações aparecem com mitras e mais tarde coroados como reis, porventura com base em Sl 72,10 e Is 60,6.
O número de três terá sido influenciado pelos três presentes oferecidos (ouro, incenso e mirra). Os nomes de Melchior, Baltasar e Gaspar (este negro) surgem no séc. VIII, e Beda o Venerável considera-os representantes da Europa, Ásia e África.»
In Enciclopédia Católica Popular (link).